Tempo de leitura: 3 minutos

Consórcio
O consórcio é uma opção que vem ganhando bastante espaço nos mais diversos segmentos do mercado e, no universo dos financiamentos para carros, a coisa não muda muito de figura.
Essa é a opção perfeita, por exemplo, para quem não tem muita pressa ou a necessidade imediata de contar com o seu automóvel.
Do ponto de vista financeiro, podemos considerar o consórcio como uma das escolhas mais vantajosas do mercado, especialmente porque as suas taxas de juros são mais baixas do que no financiamento próprio, no CDC ou no Leasing.
Basicamente, ele funciona como uma espécie de sistema de poupança em grupo, na qual os participantes (também chamados de consorciados ou cotistas) contribuem todos os meses com uma parcela que é destinada a comprar o veículo escolhido em contrato.
Essa parcela não precisa ter um modelo fixo, mas sim ter um valor definido para adquirir o que a pessoa quiser.
No entanto, para adquirir o bem desejado, é preciso ser contemplado. Isso pode ocorrer de duas maneiras: ou por meio do sorteio mensal ou por meio de um lance, que é uma quantia que o participante oferece após o sorteio para receber o seu prêmio antecipadamente.
Via de regra, o maior lance vence, embora as condições sejam reguladas de acordo com cada contrato.
Leasing
O Leasing é uma espécie de aluguel ou arrendamento do carro. É uma modalidade muito comum em alguns países e em outros segmentos, mas só está se popularizando no mercado de automóveis brasileiro por agora. Nele, o cliente possui o bem, mas ele não está em seu nome ainda.
A transferência só ocorrerá ao fim da quitação das parcelas. Muitas pessoas gostam dessa opção porque ela possui taxas mais discretas, especialmente por não haver a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), embora as alíquotas possam variar de acordo com o banco ou a instituição financeira escolhida.
A desvantagem principal se dá por conta da burocracia, tanto antes do prazo contratual como também depois.
Outro fator negativo é que, para muitas pessoas, não é vantagem ser apenas o arrendatário do carro — mesmo que durante um período específico. Além disso, somente depois de 24 meses o contrato pode ser quitado por antecipação e o veículo, então, transferido para o arrendatário.
CDC
Já o CDC se diferencia do financiamento próprio, sobretudo, porque essa modalidade consiste na condição de o comprador fazer um empréstimo com um banco ou uma instituição financeira. Nesse caso, a quantia total a ser paga é acrescida de juros, de acordo com o número de prestações. O automóvel é usado como a garantia de pagamento da dívida.
Ao contrário do consórcio, o bem já fica em nome do cliente, mas alienado ao banco ou instituição financeira que o financiou. A grande desvantagem dessa modalidade é que ela possui juros mais altos, sobretudo por conta do acréscimo do IOF. A vantagem é que a pessoa pode quitar parte da sua dívida — ou o valor total dela — quando desejar.
No entanto, é preciso ler com muita atenção o contrato e, de preferência, fazer simulações para saber se o valor final não será muito elevado e até mesmo discrepante com o valor de mercado do automóvel.
GUIA CURSOS EAD – Site com os melhores conteúdos do mercado digital.
FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DE VENDEDORES DE VEÍCULOS – Curso de formação de novos vendedores de veículos
VEICULOCERTO.COM – Site de classificados de veículos.